segunda-feira, novembro 30, 2009
domingo, novembro 29, 2009
terça-feira, novembro 24, 2009

Tragam o vosso filho (a) ao encontro com as palavras e viajem em conjunto até ao mundo dos sonhos e da fantasia. Será uma tarde diferente , longe da TV e dos computadores. Aqui o livro é o actor principal. Apareçam. Serão sempre benvindos.
domingo, novembro 22, 2009
quinta-feira, novembro 19, 2009
domingo, novembro 15, 2009
sexta-feira, novembro 13, 2009

sábado, novembro 07, 2009
domingo, novembro 01, 2009
sexta-feira, outubro 30, 2009
MARCHA DA VINDIMA
I
É na Festa das Vindimas
Que Alpiarça canta as rimas
Que nascem no coração
Novo milagre das rosas
Estas uvas bem formosas
Por amor se tornam pão.
II
Aqui levamos assim
Numa alegria sem fim
Pão e luz ao lar dos pobres
Rapazes e raparigas
Pondo nas suas cantigas
Sentimentos dos mais nobres.
REFRÂO
Vinho novo, vinho novo,
Sempre a jorrar dos tonéis
A alegria do povinho
As Marias e Maneis.
Vinho novo, vinho novo,
Vinho novo dos lagares
Eu te bendigo e te louvo
Pois que sendo o vinho novo
És o pão dos nossos lares.
III
E passa neste cortejo
Toda a cor do Ribatejo
Na festa do vinho novo
Na festa dos namoricos
Das canções, dos bailaricos
Da alma do nosso povo.
IV
E assim sempre a cantar
E a sorrir, porque o folgar
As tristezas nos disfarça
Vivendo sempre encantados
Os alegres namorados
Desta vila de Alpiarça.
REFRÂO
Vinho novo, vinho novo,
Sempre a jorrar dos tonéis
A alegria do povinho
As Marias e Maneis.
Vinho novo, vinho novo,
Vinho novo dos lagares
Eu te bendigo e te louvo
Pois que sendo o vinho novo
És o pão dos nossos lares.
FIM
Letra de Dr. Leonardo Ribeiro de Almeida
Arranjo do professor Francisco Cordeiro
Sobre a melodia de M. J. Telhadas
sexta-feira, outubro 23, 2009
quinta-feira, outubro 22, 2009
terça-feira, outubro 20, 2009

segunda-feira, outubro 19, 2009
Intolerantes ao tédio ou a situações rotineiras, os psicopatas procuram situações que possam mantê-los em um estado permanente de alta excitação. Por isso, evitam actividades que exigem grande concentração por longos períodos. Compromissos e obrigações nada significam para eles.Naturalmente, pessoas assim não são confiáveis. Eles mentem, manipulam e chantageiam sem a menor dificuldade. Inteligentes, manipuladores, especializados no assédio psicológico, sabem convencer os outros. Eles conhecem as fraquezas alheias, apesar de não serem capazes de sentir o que os outros sentem.Um dado importante: todo o psicopata, de grau mais leve ou mais alto, tem consciência de seus actos, mas não sente a dor que causa nos outros, porque simplesmente o seu cérebro não funciona assim.
Vamos compreender isso melhor. A grande maioria dos seres humanos é formada de empáticos: o sofrimento alheio provoca dor neles mesmos, o que os leva a tentar ajudar os seus semelhantes. Ajudar o outro é uma forma de aliviar a dor que este lhes causa. Desta forma, o nosso cérebro leva-nos a ter comportamentos que garantem a harmonia social.
De modo simples e didáctico, podemos resumir o nosso cérebro em duas importantes áreas: o sistema límbico (a sede das emoções) e o lobo frontal (sede do raciocínio).Uma pessoa empática é capaz de ter acções compassivas e socialmente adequadas pois, como o seu sistema límbico é activado por emoções básicas, como raiva e medo, ele envia sinais para o lobo frontal onde são activadas as áreas responsáveis pelos aspectos cognitivos - frios e racionais, assim como o julgamento moral.
Estudos comprovam que 4% da população mundial sofre de um déficit nos circuitos do sistema límbico, que deixa de transmitir, de forma correcta, as informações para que o lobo frontal possa desencadear comportamentos adequados. Ou seja, chegam menos informações do sistema afectivo para o centro executivo do cérebro. Assim, o lobo frontal, sem dados emocionais, prepara um comportamento lógico e racional, mas desprovido de afecto. Por isso, eles têm consciência de seus actos, mas não sentem a dor que causam nos outros!Desta forma, os psicopatas não sentem medo nem ansiedade: parecem imunes ao stress. Permanecem calmos em situações que fariam muitas outras pessoas entrar em pânico. São indiferentes à ameaça de punição. Eles têm até dificuldade de reconhecer medo e tristeza nos rostos e nas vozes das pessoas.
Uma vez que admitimos que uma pessoa é assim, biologicamente incapaz de se responsabilizar por suas acções, ficamos estupefactos. Segundo a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, estas pessoas nascem assim e irão morrer assim. Então, desista de querer mudá-los!Mas, como lidar com eles? Como sentir compaixão por estas pessoas capazes de ferir e destruir a vida de tantas outras pessoas?Tenho pensado bastante sobre isso. Em primeiro lugar, creio que seja importante admitirmos que certas pessoas são mesmo assim. Não precisamos rotulá-las de psicopatas, associando-as com pessoas criminosas e intencionalmente agressivas. Apenas reconhecer que certas pessoas são mesmo um pouco assim. Um pouco é um dado relevante. Reconhecer este pouco já vai nos ajudar muito! Pois passaremos a investir nos relacionamentos com uma moeda de troca mais real e coerente.Por exemplo, quando alguém nos mantém refém de suas promessas.
Parece que o melhor está sempre por vir e que nos cabe a nós, tão somente, saber conter a nossa ansiedade, nos responsabilizarmos pelos danos da espera e "confiar neles". Como pessoas empáticas, não somos impulsivos. Mas, quando as promessas revelam-se mecanismos de controle para manter a situação vigente, devemos abrir os olhos!Nestes casos, segue aqui um conselho: não confunda o que uma pessoa diz ter para oferecer, com ela mesma. Sua capacidade de realizar o que diz não é real!Portanto, a primeira coisa a fazer é ajustar a intenção com que as promessas são reveladas, com a realidade concreta dos factos. Uma vez recuperada a lucidez de nossa real situação, temos que nos preparar para olhá-la sob uma nova perspectiva. Como diz o velho ditado: "mais vale um pássaro na mão do que dois a voar".Pare e reflicta. Você está a ser refém de alguma promessa manipuladora? Caso a resposta seja sim, calma. Mesmo consciente de sua limitação, será preciso ir aos poucos. Procure ajuda daqueles que souberam reconhecer e superar relacionamentos semelhantes. Uma vez livres de tal jogo sedutor, poderemos ter compaixão por eles. Mas, antes disto, é preciso curar-nos. Lembre-se, eles não mudam e não será você que irá provar o quanto é boa e capaz ao tentar mudá-los!
Eles/elas andam por aí e bem mais perto do que alguma vez pensou. Podem ser seus vizinhos, seus colegas de trabalho, seus “amigos”, seus chefes, até pessoas com cargos importantes e com bastantes responsabilidades. Há que saber defender-se de tais “psicopatas leves e falsos”
Bel Cesar é terapeuta e dedica-se ao atendimento de pacientes que enfrentam o processo da morte.Autora dos livros Viagem Interior ao Tibete, Morrer não se improvisa, O livro das Emoções e Mania de sofrer pela editora Gaia. Visite o Site: http://somostodosum.ig.com.br/
sábado, outubro 17, 2009
quinta-feira, outubro 15, 2009

Nome popular: camaleão comum
Nome científico: Chamaeleo chamaeleo
Ordem: Squamata
Subordem: Sáuria
Alimentação: Alimenta-se de insectos e outros pequenos invertebrados
O camaleão movimenta-se com extrema lentidão. Para apanhar a sua presa, utiliza a língua como se fosse um laço. Consegue, com a velocidade de um raio, estender a língua quase um metro. O insecto fica preso na ponta pegajosa da língua e é logo tragado. Só com fotografias de alta velocidade é que esse processo pode ser estudado em detalhe.
Existem cerca de oitenta espécies de camaleão, a maior parte delas na África, ao sul do Saara. Esses répteis costumam viver nas florestas e, aparentemente, passam a maior parte do tempo no mesmo lugar. O camaleão é famoso pela capacidade que tem de mudar de cor. Mas não se deve exagerar quanto a isso. O camaleão não é incolor: possui uma cor básica, que varia conforme o seu habitat. A cor pode ser modificada por influência de luz ou pelas sensações do próprio animal. Um camaleão com fome pode mudar de castanho para preto. Essa modificação é provocada pela actuação do sistema nervoso sobre as células de pigmento. Um camaleão não tolera a presença de outro no seu território, mesmo que seja fêmea. O hábito solitário só é abandonado na época de acasalamento.
P.S. "Para bom entendedor, meia palavra basta..."
( descrição aplicável a certos seres humanos)
foto tirada da net
segunda-feira, outubro 12, 2009
















