sexta-feira, março 27, 2009

A PRIMAVERA ESTÁ NO AR










hortelã



espinafre




erva e flor de são roberto
(óptima para chá)


erva de são roberto



jarro 1



jarro 2



jarro 3



flor de morango


orquídea 1


orquídea 2









(As fotos são minhas)
(podem ampliar)

quarta-feira, março 25, 2009

Namoro em suspenso


Cúpula do Presídio de Santarém ( desactivado)



Cúpula


A força de resistir...


Paisagem Rural


Paisagem Urbana



Campos férteis de Alpiarça - 1



Campos férteis de Alpiarça - 2



Campos férteis de Alpiarça - 3


Pôr -do -Sol da minha varanda

Autor das fotos: Ana Quinta

sexta-feira, março 20, 2009

POESIA DE FERNANDO PESSOA, DECLAMADA.

POESIA DE NERUDA, CANTADA.

21 DE MARÇO / DIA MUNDIAL DA POESIA







se um dia eu não souber dizer o teu nome

se um dia eu o esquecer

e a saliva se cristalizar no zelo

se um dia eu não te achar

e no entanto te procurar

com desespero

um dia e tu não estiveres

se um dia a minha boca não alargar

e as minhas mãos não se fecharem

e abanarem

se um dia eu me sentar no pó

e o pó se sentar em cima de mim

e eu arquejar

se um dia eu deixar de esperar não sei bem o quê

e me quedar à espera de que a espera acabe

um dia as palavras me atravessem e

eu já não souber a beleza delas

e o perfume

se um dia tudo o que for for

a mais

e o resto

e dizer não seja justificar

se um dia eu voltar a ler isto

e isto tiver um sentido

se num dia eu fechar os olhos e ao fechar

os olhos o teu rosto

não

não aparecer definido

definitivo

e ao pestanejar

a sucessão de imagens for

alternante de preto com preto

preto



preto

se um dia a noite seja de pedra

for os meus olhos camuflados então

sólidos

liquefeitos

se um dia as lágrimas correrem devagar

e secarem no caminho e

cavarem fendas

e

a minha pele seja de água

e dos pulmões não nascerem guelras

e sufocar

se do fundo

se no fundo

fundo

bem lá no fundo

eu

um dia

não te souber nomear

vou fechar os olhos gritar

Amor

e esperar que

onde estiveres

reconheças

o nome que te escolhi muito antes de nasceres

quando eu era aquela parte

que arrancaram de ti

e tu



eras a amante de narciso


Autor: João Moita ( poeta alpiarcense)

quarta-feira, março 18, 2009

segunda-feira, março 16, 2009

PARA RECORDAR / O GRUPO CÉNICO DA S.F.A 1º DEZEMBRO - ALPIARÇA EM 1954
(Devem ampliar para conseguir ler melhor)





Cartaz gentilmente cedido pelo Senhor Leocádio do Vale, assim como os estatutos manuscritos, pelos quais se regiam o Grupo de Teatro da Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1º de Dezembro em 1954, para memória futura. Algumas pessoas cujas assinaturas aqui estão, já faleceram.Obrigado Sr. Leocádio, mais uma vez, por este seu gesto de amizade. Viva o Teatro Amador em Portugal! VIVA!

terça-feira, março 10, 2009

o mesmo poema mas outra interpretação
a canção do poema de Gedeão


FALA DO HOMEM NASCIDO




(Chega à boca de cena e diz:)


Venho da terra assombrada,


do ventre da minha mãe;


não pretendo roubar nada


nem fazer mal a ninguém.




Só quero o que me é devido


por me trazerem aqui,


que eu nem sequer fui ouvido


no acto de que nasci.




Trago boca para comer


e olhos para desejar.


Com licença, quero passar,


tenho pressa de viver.




Com licença! Com licença!


Que a vida é a água a correr.


Venho do fundo do tempo;


não tenho tempo a perder.




Minha barca aparelhada


solta o pano rumo ao norte;


meu desejo é passaporte


para a fronteira fechada.




Não há ventos que não prestem


nem marés que não convenham,


nem forças que me molestem,


correntes que me detenham.




Quero eu e a Natureza,


que a Natureza sou eu,


a as forças da Natureza


nunca ninguém as venceu.




Com licença! Com licença!


Que a barca se faz ao mar.


Não há poder que me vença.


Mesmo morto hei-de passar.




Com licença! Com licença!


Com rumo à estrela polar.



Autor: António Gedeão


imagem da net


POEMA DO FUTURO



Conscientemente escrevo e, conscientemente,

medito no meu destino.

No declive do tempo os anos correm,

deslizam como a água, até que um dia

um possível leitor pega num livro

e lê,

lê displicentemente,

por mero acaso, sem saber porquê.

Lê e sorri.

Sorri da construção do verso que destoa

no seu diferente ouvido;

sorri dos termos que o poeta usou

onde os fungos do tempo deixaram cheiro a mofo;

e sorri, quase ri, do íntimo sentido,

do latejar antigo

daquele corpo imóvel, exhumano

da vala do poema.

Na História Natural dos sentimentos

tudo se transformou.

O amor tem outras falas,

a dor outras arestas,

a esperança outros disfarces,

a raiva outros esgares.

Estendido sobre a página, exposto a descoberto,

exemplar curioso de um mundo ultrapassado,

é tudo quanto fica,

é tudo quanto resta

de um ser que entre outros seres

vagueou sobre a Terra.



autor : António Gedeão
(
imagem da net)

segunda-feira, março 09, 2009

scrap para orkut

RecadosOnline - Hoje é o Dia Internacional da Mulher, clique aqui p/ mandar recados!


sábado, março 07, 2009

CRUELDADE E SOFRIMENTO


A crueldade é constitutiva do universo, é o preço a pagar pela grande solidariedade da biosfera, é ineliminável da vida humana. Nascemos na crueldade do mundo e da vida, a que acrescentámos a crueldade do ser humano e a crueldade da sociedade humana. Os recém-nascidos nascem com gritos de dor. Os animais dotados de sistemas nervosos sofrem, talvez os vegetais também, mas foram os humanos que adquiriram as maiores aptidões para o sofrimento ao adquirirem as maiores aptidões para a fruição.


A crueldade do mundo é sentida mais vivamente e mais violentamente pelas criaturas de carne, alma e espírito, que podem sofrer ao mesmo tempo com o sofrimento carnal, com o sofrimento da alma e com o sofrimento do espírito, e que, pelo espírito, podem conceber a crueldade do mundo e horrorizar-se com ela.
A crueldade entre homens, indivíduos, grupos, etnias, religiões, raças é aterradora. O ser humano contém em si um ruído de monstros que liberta em todas as ocasiões favoráveis. O ódio desencadeia-se por um pequeno nada, por um esquecimento, pela sorte de outrem, por um favor que se julga perdido.


O ódio abstracto por uma ideia ou uma religião transforma-se em ódio concreto por um indivíduo ou um grupo; o ódio demente desencadeia-se por um erro de percepção ou de interpretação. O egoísmo, o desprezo, a indiferença, a desatenção agravam por todo o lado e sem tréguas a crueldade do mundo humano. E no subsolo das sociedades civilizadas torturam-se animais para o matadouro ou a experimentação. Por saturação, o excesso de crueldade alimenta a indiferença e a desatenção, e de resto ninguém poderia suportar a vida se não conservasse em si um calo de indiferença.


Edgar Morin, in 'Os Meus Demónios'
O RECEIO DO SOFRIMENTO


Todos os sofrimentos que nos cercam, é-nos necessário sofrê-los igualmente. Todos nós, não temos um corpo, mas um crescimento, e esse conduz-nos através de todas as dores, seja sob que forma for. Do mesmo modo que a criança, através de todos os estádios da vida, se desenvolve até à velhice e até à morte (e cada estádio parece no fundo inacessível ao precedente, quer seja desejado ou receado), do mesmo modo nos desenvolvemos (não menos solidários da humanidade do que de nós próprios) através de todos os sofrimentos deste mundo. Para a justiça não há, nesta ordem de coisas, lugar algum, não mais do que para o receio dos sofrimentos ou para a interpretação do sofrimento como um mérito.


Franz Kafka, in "Meditações"

A BUSCA DA FELICIDADE OU DO SOFRIMENTO

O homem recusa o mundo tal como ele é, sem aceitar o eximir-se a esse mesmo mundo. Efectivamente os homens gostam do mundo e, na sua imensa maioria, não querem abandoná-lo. Longe de quererem esquecê-lo, sofrem, sempre, pelo contrário, por não poderem possuí-lo suficientemente, estranhos cidadãos do mundo que são, exilados na sua própria pátria. Excepto nos momentos fulgurantes da plenitude, toda a realidade é para eles imperfeita. Os seus actos escapam-lhes noutros actos; voltam a julgá-los assumindo feições inesperadas; fogem, como a água de Tântalo, para um estuário ainda desconhecido. Conhecer o estuário, dominar o curso do rio, possuir enfim a vida como destino, eis a sua verdadeira nostalgia, no ponto mais fechado da sua pátria. Mas essa visão que, ao menos no conhecimento, finalmente os reconciliaria consigo próprios, não pode surgir; se tal acontecer, será nesse momento fugitivo que é a morte; tudo nela termina. Para se ser uma vez no mundo, é preciso deixar de ser para sempre.

Neste ponto nasce essa desgraçada inveja que tantos homens sentem da vida dos outros. Apercebendo-se exteriormente dessas existências, emprestam-lhes uma coerência e uma unidade que elas não podem ter, na verdade, mas que ao observador parecem evidentes. Este não vê mais que a linha mais elevada dessas vidas, sem adquirir consciência do pormenor que as vai minando. Então fazemos arte sobre essas existências. Romanceamo-las de maneira elementar. Cada um, nesse sentido, procura fazer da sua vida uma obra de arte. Desejamos que o amor perdure e sabemos que tal não acontece; e ainda que, por milagre, ele pudesse durar uma vida inteira, seria ainda assim um amor imperfeito. Talvez que, nesta insaciável necessidade de subsistir, nós compreendêssemos melhor o sofrimento terrestre, se o soubéssemos eterno. Parece que, por vezes, as grandes almas se sentem menos apavoradas pelo sofrimento do que pelo facto de este não durar. À falta de uma felicidade incansável, um longo sofrimento ao menos constituiria um destino. Mas não; as nossas piores torturas terão um dia de acabar. Certa manhã, após tantos desesperos, uma irreprimível vontade de viver virá anunciar-nos que tudo acabou e que o sofrimento não possui mais sentido do que a felicidade.

Albert Camus, in "O Homem Revoltado"

quarta-feira, março 04, 2009

PINK FLOYD - UM GRUPO QUE MARCOU A MINHA GERAÇÃO
TIME
O dinheiro é algo que não devia ser tão importante, mas o Homem fez dele um mal necessário
Por mais incrível que nos pareça, estas jovens são todas surdas mudas. É um trabalho fantástico!

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

História Infantil - 3, 2, 1 CAMA !


Cá estão os meninos e meninasda professora Fátima Fontes, da turma C do 1º ano, Escola do 1º Ciclo de Alpiarça, para ouvirem mais uma história cheia de aventuras e recheada de amigos.


Depois de todos sentadinhos nas almofadas, lá demos início à nossa história que tem por título " 3 2, 1, Cama! "

É hora de deitar, mas o Gui não consegue dormir. Os seus amigos extraterrestres estão em apuros e precisam da sua ajuda para se irem deitar. Por isso, Gui pega no seu foguetão e parte em direcção ao espaço... O Gui é um herói!



O Gui trepou para o seu foguetão e voou para o espaço a grande velocidade. Foi prestar ajuda aos seu amiguinhos . Lai vai ele, VRRRUUUMMMM ...



Que tarefas ajudou o Gui a fazer aos extraterrestres, para ficarem saudáveis??




Ficámos a saber que todas as tarefas eram para ser postas em prática quando todos os meninos vão para as suas caminhas.


1 ª tarefa: tomar banho - 2º tarefa: escovar os cabelos para desembaraçar
3ª tarefa: fazer xixi na sanita - 4ª tarefa: escovar muito bem os dentes



Por último e depois de cumprirem todas estas tarefas, todos os meninos e meninas podem ir para a caminha , fazer um soninho descansado.
BOA NOITE, DURMAM BEM!
SEJAM FELIZES!


Autores do livro : Sam Lloyd * Ben Cort
Editora: Minutos de Leitura

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

ARISTIDES DE SOUSA MENDES 1885 / 1954









































































Aristides de Sousa Mendes foi, em 1940, Cônsul Geral de Portugal em Bordeaux, na França.Graduado pela Universidade de Coimbra, foi um advogado de posses de uma antiga família aristocrata e tinha representado Portugal em postos diplomáticos no Brasil, Zanzibar e nos Estados Unidos. As forças nazistas de Hitler tinha entrado em Paris e uma multidão de pessoas fugira para o sul, esperando deixar a França. Seu destino era Bordeaux, onde um visto português podia lhes assegurar uma passagem pela Espanha até Portugal, que era nominalmente neutro; dali talvez pudessem obter um passaporte ou um visto para a América.


Salazar tinha ordenado a suas embaixadas para não emitir vistos de saída para russos, exilados políticos portugueses ou quaisquer judeus.Milhares de refugiados que chegaram a Bordeaux tinham encontrado o apartamento do Cônsul Geral Português e se reuniram do lado de fora, esperando conseguir os vistos. Sousa Mendes, com grande compaixão, decidira desobedecer as ordens de Salazar e ele, com dois filhos, escreveu à mão cerca de 30.000 vistos para salvar o máximo possível de refugiados das mãos nazistas. Uns dez mil desses refugiados eram judeus. Cita-se esta frase dita por ele: "Tenho de salvar estas pessoas, quantas eu puder.


Se estou desobedecendo a ordens, prefiro estar com Deus e contra os homens, que com os homens contra Deus."O resultado dessa magnífica acção foi ele ser chamado a Lisboa em desgraça, mas no caminho parou em Bayonne e escreveu mais vistos à mão, salvando assim outros mil refugiados. Quando chegou a Lisboa foi multado e proibido de exercer a profissão de advogado. Ficou reduzido a ter de vender todos os seus pertences pessoais para comprar comida para sua família. Morreu em 1954, sem dinheiro e ainda em desgraça.


1967 - Yad Vashem, autoridade estatal israelita para a recordação dos mártirese heróis do Holocausto, homenageia Aristides de Sousa Mendes com a suamais alta distinção: uma medalha com a inscrição do Talmud: "Quem salvauma vida humana é como se salvasse um mundo inteiro".

1998 - A Assembleia da República e o Governo português finalmente procedem àreabilitação oficial de Aristides de Sousa Mendes.

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

JULGAR / CULPABILIZAR



Quando o ser humano aponta o dedo para alguém comete algumas falhas as quais passam despercebidas, porque muitas vezes tudo é feito no automático:


1. Estado Emocional. O início de qualquer doença acontece sempre com o nosso estado emocional alterado. O acto de apontar o dedo dá-se quando nossa emoção sai do estado de equilíbrio. Neste exacto momento perdemos a nossa capacidade de raciocinar.

2. Julgar. É uma atitude de soberba. Ninguém, neste planeta, se encontra na condição de poder julgar, porque TODOS estamos num processo de evolução e, portanto, sujeitos a cometer equívocos, falhas , enganos e erros.

3. Polegar - o dedo polegar na vertical indica e cria um eixo de energia com o Universo, fazendo com que as nossas palavras potencializem o sentimento que emanamos. Em tese, estamos a fazer um sinal de "positivo". É uma forma de agregar mais energia à palavra. É verdade que você não se dá conta disso.

4. Indicador - serve de direcção para que os nossos pensamentos e palavras atinjam o alvo de forma inequívoca. Olhe para a nuca de uma pessoa, aponte o indicador na mesma direcção e perceba as reacções dela... A nossa mente tem muita força, nós só a desconhecemos porque as religiões querem que assim seja. Quanto mais ignorantes forem, melhor para elas.

5. Retorno – Nós não nos damos conta de que, ao apontarmos o polegar, direccionamos os três dedos restantes para nós, o que representa simplesmente o retorno. Vamos receber a energia de volta, com carga a mais. Está é uma demonstração da lei da Vida. Causa e Efeito.

Nós não nos tornamos aptos a interpretar estas coisas simples porque invariavelmente procuramos explicações no imaginário, no esotérico, na magia e naquilo que é incompreensível. É mais interessante procurar nas verdades ocultas. Com isso esquecemos de "LER" e interpretar o simples. A vida é simples. Precisamos saber pensar, controlar emoções, alimentarmo-nos adequadamente e sabermos como administrar o dinheiro. Pronto, está dada a receita da felicidade e de uma vida saudável.

Claro que, para manter as pessoas atentas, é muito mais interessante criar mistérios. Com eles dominam-se os fracos que chamam ou procuram chamar a atenção, para as suas verdades. Isso deve ser interpretado como controle da mente externa. As consequências são terríveis no estado emocional e na vida de quem assim procede. Isso também gera outras complicações. Quem tem seguidores cria para si uma responsabilidade muito séria com suas atitudes e exemplos. Não se pode mais usar o "Faz o que eu digo, mas não faças o que eu faço".Enquanto ignoramos uma verdade não nos cobram .

Uma vez tomado conhecimento, este não pode mais ser deixado de lado pelas nossas atitudes. Aqui está a causa de muitas vidas terrivelmente complicadas. Sei, mas faço de conta que não sei. Não confio, mas faço de conta que confio. Esta atitude é enganosa e o maior prejudicado por isso somos nós mesmos. Lembre-se que teremos sempre "Três dedos" apontados para nós. Quem mente muito acaba por se acostumar com as suas mentiras, que logo passam a "suas" verdades. Passa a viver num mundo imaginário.

Assim é a vida. Assim somos nós, seres humanos, quer queiramos quer não. Acreditemos ou não. Ninguém vai resolver os nossos problemas, ninguém. Não há milagres disponíveis no Cosmos ou no Universo. Nós causamos tudo isto com as nossas posturas e atitudes. Somos o problema e a solução da nossa vida. ACREDITEM NISSO.

Em tempos foi-me contada uma história:

Faz anos, um indivíduo teve um atrito com uma pessoa que atracou o seu barco ao lado do barco de um amigo meu. Ele teve uma postura arrogante porque tinha um barco maior, de 32 pés. Os seus marinheiros precisavam de usar uniformes para que ficasse clara a distinção de classe nas pessoas que frequentavam o seu barco. Parecia dizer assim: Olha, ele trabalha para mim... Aqui eu comando e mando... Esta pessoa estava financeiramente muito bem na vida...

Passaram-se duas décadas... encontrei-o como cozinheiro e co-proprietário de uma Pousada. Sem barco, sem herança, sem empresa... obviamente que o mundo é culpado, e não ele!O maior problema do ser humano não é ganhar dinheiro. O maior problema do ser humano é como gastar o que ganha. Como desfrutar o que consegue comprar.

Portanto, o segredo de manter bens e propriedades não está só na geração do lucro, mas sim em como foi conseguido e no usufruto do benefício.Com a nossa vida é igual. Somos sim uma grande empresa. Poucos se dão conta que esta empresa não pode ter sócios. Que ninguém tem o direito de interferir nela. Nem mesmo a nossa religião. Nem mesmo a nossa família.

Não aponte o seu dedo para ninguém e nem se cale quando uma pessoa fizer isso apontando na sua direcção. Calar significa aceitar. Você é o único dono de seu destino.No nosso dia –a – dia , no trabalho e nos locais sociais que frequentamos, esta atitude está permanentemente a acontecer. Será que estas pessoas não se enxergam? Será que não conseguem ver a sua figura? Porque se preocupam demasiado com a vida dos outros e falam tanto da vida dos outros, tendo a sua vida tão embaraçada, tão cheia de problemas. Resta-nos a esperança que um dia possam ver os três dedos a apontar para si e finalmente resolvam actuar a seu favor. E corrigir a sua atitude perante os outros e perante si mesmo. Essa é a verdade.


( assunto abordado no site somostodosum.com.br por Saúl Brandalise Jr)
(imagem tirada da Net)

domingo, fevereiro 22, 2009

JUAN LUIS GUERRA - BACHATA ROSA
JUAN LUIS GUERRA - QUE ME DES TU CARIÑO
VIVA LA VIDA

quarta-feira, fevereiro 18, 2009



Como diminuir (e até evitar) a miopia causada pelo computador



Pesquisas recentes realizadas na Europa mostraram um crescimento grande e inesperado da miopia em crianças até 12 anos (50% delas já têm miopia) e jovens até 18 anos (o problema já atinge 75% deles). A causa provável do problema, segundo os pesquisadores, é o uso excessivo do computador, dos vídeo-jogos e da TV.Nem nós, que já somos um pouco mais ‘crescidos’ do que eles, podemos garantir, com a nossa ‘maturidade’, que vamos usar menos esses aparelhos. O que esperar deles, então? A hipótese é fazer exercícios, para os olhos e para o corpo inteiro, para diminuir ou evitar a miopia e outros problemas de visão e também para garantir mais saúde em todo o nosso corpo.


Vamos começar com os olhos. Sugerimos que você pratique um pouco os exercícios, analise os resultados a médio prazo, veja como se sente a curto prazo e, se gostar, então ensine-os às crianças e aos adolescentes. Porque os exercícios são muito simples, podem ser ensinados assim quase como ‘brincadeiras’. Só que os resultados são muito sérios.Antes de começar a trabalhar, ou olhar, o computador, faça uns minutinhos de ‘palming’ (exercício com as mãos). Se você já usa óculos, tire-os e faça 5 minutos do exercício, pelo menos. Se não usa, faça só uns 3 minutos. Mas faça, porque o ‘palming’ também é preventivo.Aqueça as mãos, esfregando-as uma contra a outra, e coloque-as delicadamente sobre os olhos, sem encostar neles. Apoie os cotovelos na mesa do computador, ou em qualquer outra, mas procure ficar numa posição confortável, sem contrair nem provocar tensão no pescoço, os ombros e os próprios braços.


Coloque livros ou almofadas para apoiar os cotovelos e ficar numa posição relaxada. E agora comece a relaxar os olhos, sentindo um calor sair das suas mãos e cobrir os seus olhos fechados. Observe a ‘cor’ que começa a tapar os seus olhos e comece a trabalhar mentalmente, a imaginar, a visualizar que essa cor vai ficando preta, bem preta, até chegar ao veludo negro. Nas primeiras vezes, talvez você não consiga, mas insista até chegar lá, porque o ‘negro veludo’ indica que os olhos estão bem relaxados. E quando você consegue relaxar os olhos, o corpo inteiro relaxa, quase automaticamente.


Fique assim o tempo que você escolheu ficar, mas sem se preocupar muito com esse tempo, porque o ‘tempo’ hoje é o grande inimigo do relaxamento. Ou dizemos que não temos tempo ou ficamos a pensar ‘será que já passou?’, ‘ainda não?’, ‘ não aguento mais’, e por aí fora. E o ‘palming’ é só isso. Tire as mãos dos olhos, com eles ainda fechados, e lentamente abra-os e observe-se, veja como está a visão e como está o corpo. Depois de várias práticas, você vai achar a forma ideal de fazer o ‘palming’, porque ninguém entende mais de seu corpo do que você mesmo. ninguém!


Agora você pode começar o seu dia de trabalho com os olhos mais relaxados. Mas mesmo enquanto trabalha você pode fazer exercícios bem simples para manter a saúde de seus olhos. Piscar, por exemplo. Preste atenção, porque nós ficamos tão ligados no ecrã que acaba por não piscar, não mover a cabeça e também não mover os olhos. E nem o resto do corpo, claro. Preste atenção e você perceberá isso. E movimento é vida. E não - movimento é...Você está a olhar a uma distância de 60 centímetros, mais ou menos. Se você fica a olhar só a essa distância, durante muito tempo, os seus olhos vão se acostumar a ver só, ou quase, a essa distância. E aí começa a surgir a miopia, a dificuldade em ver bem a uma distância maior. Então, faça o seguinte: a cada 15 minutos, pare por 30 segundos e olhe para a parede ao seu lado, ou na frente, para o chão, para o tecto, observe os objectos, quadros ou fotos nas paredes, faça o contorno deles com os olhos, sempre com atenção. E se for possível olhe pela janela para uma distância mais longa, mesmo que seja o céu, e percorra o contorno de uma nuvem com os olhos.


Fácil, não é? E assim você está a fazer uma ‘musculaçãozinha’ para os seus olhos. E não perde tempo nenhum, pelo contrário, porque com os olhos activos e relaxados a sua produção no trabalho vai aumentar.Agora, depois de uma hora, uma hora e pouco sentado e fixado no ecrã , o melhor é levantar-se mesmo, andar , mexer-se um pouco e fazer alongamentos simples. Procure seguir a orientação de seu corpo, fazendo os movimentos que você sente que ele está a pedir no momento. Se puder, vá para o ar livre e faça um pouco de ‘sunning’, ou seja, dê um ligeiro banho de sol nos seus olhos – fechados, claro. Mais ou menos assim: fique de frente para o sol – de preferência antes das 10 ou depois das 16 horas – com os olhos fechados e movimente delicadamente a cabeça para a esquerda e para a direita, com o rosto um pouco levantado em direcção ao sol.


Faça isso uns 3 ou 4 minutos, pare, fique de costas para o sol e então lentamente abra os olhos. Apoie-se numa mesa ou fique sentada numa cadeira, com os cotovelos sobre o encosto, e faça 1 ou 2 minutos de ‘palming’. E já pode voltar a trabalhar. Continue a tirar os olhos do computador a cada 15 minutos e olhando para uma distância maior, tornando isso um hábito, mas sempre prestando atenção no que você está a ver – e você vai perceber que tem um mundo de detalhes à sua volta que você praticamente nem tinha reparado! E ver, entre outras coisas, é prestar atenção.Se puder, faça o exercício de olhar para longe, mesmo para as nuvens, durante uns 5 a 7 minutos, umas duas a três vezes por dia. Os seus olhos vão adorar e agradecer !



(Retirado do site:www.somostodosum.com.br)

(imagem retirada da net)

domingo, fevereiro 15, 2009

OU NÃO FOSSE EU DO SIGNO DE LEÃO ... E NÃO SÓ, MAS TAMBÉM.
MILTON NASCIMENTO E MERCEDES SOSA- DUAS VOZES QUE SE COMPLETAM.MARAVILHOSO!