domingo, novembro 05, 2006

Azeitona já está preta
Azeitona já está preta
Já se pode armar aos tordos
Já se pode armar aos tordos
Diz-me lá ó cara linda
Diz-me lá ó cara linda
Como vais de amores novos
Como vais de amores novos
( canção popular portuguesa)

Eu tenho dois amores
E em nada são iguais
Mas não tenho a certeza
De qual eu gosto mais
( diz a canção...)
Achei piada ver duas flores que pertencem ao mesmo ramo, serem de cores diferentes; porque será?
ESTRELICIA DA MADEIRA

sexta-feira, novembro 03, 2006

PAÚL DOS PATUDOS / ALPIARÇA RIBATEJO
PAÚL DOS PATUDOS OU PAÚL DA GOUXA ( Alpiarça / Ribatejo)
Local onde várias aves fazem o seu ninho e têm as suas crias. Um local a preservar, dos caçadores e de quem não queira nem respeite o ambiente que é de todos nós.
Foi com o nome deste belo sítio que criei o meu blog. È um local muito bonito.


QUERO MANIFESTAR A MINHA MAIS PROFUNDA TRISTEZA E REVOLTA A ATENTADOS Á CULTURA E AO LIVRO POR PESSOAS SEM O MÍNIMO RESPEITO POR TODA UMA POPULAÇÃO, QUE HÁ TANTO TEMPO ANSEIA PELA SUA BIBLIOTECA MUNICIPAL E QUE ALGUÉM COM UMA MENTE SEVERAMENTE PERTURBADA E PELO PURO PRAZER DE DESTRUIR E VANDALIZAR ,VAI TORNAR DE MOMENTO IMPOSSIVEL A SUA CONCRETIZAÇÃO, FAZENDO UMA AUTARQUIA GASTAR MILHÕES DE EUROS, NUMA OBRA QUE ESTAVA ÁS PORTAS DE SER INAUGURADA .

ESTOU LIGADA A ESTA BIBLIOTECA HÁ 16 ANOS E É COM UMA DOR IMENSA QUE ME SINTO NESTE MOMENTO, MAS SEI QUE VAMOS DAR A VOLTA POR CIMA, PORQUE FAZEMOS MUITA FALTA AOS NOSSOS LEITORES E UTENTES. NEM TODAS AS PESSOAS TÊM DINHEIRO PARA ADQUIRIR LIVROS E ESSA É A NOSSA FUNÇÃO: FAZER CHEGAR O LIVRO E A LEITURA A TODAS AS PESSOAS QUE NECESSITAREM.

AP

quinta-feira, novembro 02, 2006



PASSEIO DE GATO EM DIA DE OUTONO ( dia das bruxas)



E EL - Rei D. Dinis perguntou: Que levais no regaço, senhora minha?

Rainha Santa Isabel respondeu: São rosas, senhor, são rosas.

Diz a lenda que os pães que a Rainha Santa Isabel levava no regaço para distribuir pelos pobres , se transformaram em rosas, lindas como esta aqui. Bendita a Natureza que faz nascer tamanha beleza.



HIBISCO VERMELHO



MUSEU- CASA DOS PATUDOS ( pormenor)


MUSEU DOS PATUDOS - (pormenor)


MUSEU DOS PATUDOS - ALPIARÇA RIBATEJO ( vista parcial)


MUSEU "CASA DOS PATUDOS" - ALPIARÇA / RIBATEJO
Foi residência da grande figura diplomática, cultural e política, da 1ª República Portuguesa, que foi José Relvas (1858 - 1929).
Homem que nutriu profunda devoção pelas artes e dos maiores coleccionadores da sua época. No campo da música, notabilizou-se como violinista no Quinteto de Música de Câmara que fundou. Aqui na sua residência organizou concertos e serões culturais, onde reunia grandes nomes das artes, como exemplo, Rafael Bordalo Pinheiro, Malhoa, Silva Porto, Columbano, Henrique Pousão, Roque Gameiro e Raul Lino, entre outros. A este último , José Relvas escolheu para projectar aquela que seria a sua residência - O agora Museu - " Casa dos Patudos"
Quero deixar aqui o convite , a quem vier ao Ribatejo, não deixe de visitar esta magnifica casa. Fica a 7 Km de Santarém. Sejam benvindos! Verão que não se arrependem.
AP

quarta-feira, novembro 01, 2006


IMAGEM DE OUTONO


FLOR DE ABOBOREIRA ( nasceu num vaso da minha varanda)

terça-feira, outubro 31, 2006



"Pássaro com cacho de uvas"

( pormenor de portão )



Pois é , voltei aos bancos da escola. Como o saber não ocupa lugar, aceitei este desafio proposto pela minha pessoa. À vinte anos parei de estudar e agora com 45 anos, estou cheia de vontade para recomeçar. Não vai ser fácil , mas eu gosto de desafios e vou meter mãos á obra. Vamos ver o que vai sair daqui :))

A memória já não é a mesma e vou trabalhar sem rede, ou seja, sendo uma aluna de estatuto não presencial, o que torna tudo mais difícil. Espero profundamente que a minha saúde não me possa traír, como já tem feito algumas vezes, mas estou determinada a seguir em frente!



Hoje é o Dia Mundial da Poupança

Aqui em Portugal as coisas não estão nada fáceis para as famílias portuguesas.

Continuamos a fazer furos no cinto e a dever cada vez mais aos bancos.

O que vale é que o povo português é de brandos costumes. Aguenta Zé Povinho, que melhores dias virão! (31 de Outubro de 2006)
















Igreja Paroquial de Santo Eustáquio
Alpiarça / Ribatejo
AMOR Á VIDA
O dia mais belo? Hoje
A coisa mais fácil? Errar
O maior obstáculo? O medo
O maior erro? O abandono
A raíz de todos os males? O egoísmo
A distracção mais bela? O trabalho
Os melhores professores? As crianças
A primeira necessidade? Comunicar-se
O que mais me faz feliz? Ser útil aos outros
O maior mistério? A morte
O pior defeito? O mau humor
A pessoa mais perigosa? A mentirosa
O pior sentimento? O rancor
O presente mais belo? O perdão
O mais imprescindível? O lar
A rota mais rápida? O caminho certo
A sensação mais agradável? A paz interior
A protecção efectiva? O sorriso
O melhor remédio? O optimismo
A força mais potente do mundo? A fé
As pessoas mais necessárias? Os pais
A mais bela de todas as coisas? O Amor

domingo, outubro 29, 2006

ASSIM FOI... MAS NÃO SERÁ

conto

...Ela voltou-se para mim e perguntou:

-Na infância, foste uma criança feliz?

- Penso que sim, não sei bem.

Talvez, mas do meu pai , não recordo isso; miminho, um beijo, colinho, não me lembro de o ter feito .

- Então não tiveste uma infância feliz. Quero com isto dizer que te continuas ainda hoje a enganar. Sentes ainda falta desse amor, apesar de já seres adulta, sentes que seria importante para ti isso ter acontecido.

-Mas nos meios rurais, era assim. Os pais dedicavam-se á terra e a figura da mãe tinha de ser tudo; pai , mãe, amigos, irmãos...

Sabes, a minha mãe nunca me levou á escola. Fui sempre a pé e com as minhas amigas. Andávamos alguns kilómetros. No Inverno, fazia muito frio e ela, para eu chegar com as mãos quentes á escola, aquecia uma simples pedra na fogueira e depois embrulhava num papel de jornal, para não me queimar as mãos. Quando chegava á escola deitava a pedra fora e ficava com as mãos quentinhas para começar a escrever.

Olha, sabes uma coisa? Só comíamos carne ao domingo ( frango ou porco), durante os outros dias era sempre sopa e pãozinho para molhar e eu gostava!Vaca ou borrego nunca vinham para a mesa era para os ricos, sardinhas é que é bom; dizia o meu pai.

Tinha alguns brinquedos que ele me fazia, mas mais tarde comecei a ser eu a fazer, pois tinha muito jeitinho. Fazia as roupas para as minhas bonecas e costurava tudo á mão, ficava um mimo.

A minha mãe, como dever de todas as mães ( segundo ela dizia), ensinou-me a fazer tudo o que uma dona-de-casa deve saber: cuidar dos filhos, fazer comer, lavar roupa, passar a ferro, cuidar da casa etc.Tudo isto eu aprendi, mas a ser feliz, nem por isso.

Só tivemos a nossa primeira televisão quando eu tinha 11 anos, até aí , eu escutava a rádio. Talvez ainda hoje se reflita o meu amor pela rádio.

_ Pois é, minha linda, essa, entre outras, foi uma das tuas tábuas de salvação, para combateres, a tua solidão e o facto de teres sido sempre uma criança triste.

- Se queres que te diga, eu não culpo em nada os meus pais. Porque eles se limitaram a transmitir-me aquilo que eles próprios receberam como educação. Se calhar também não foram felizes. Todas as fotos que a minha mãe tirou , assim o revelam: um rosto sempre triste, sem um único sorriso. Hoje , eu quero muito manter o meu sorriso e a minha alegria de viver, sempre presente, apesar de tudo...

AP


domingo, outubro 22, 2006


Hoje sinto-me particularmente feliz. Sei que me aguarda uma semana recheada de surpresas, notícias e coisas boas. Ainda bem, porque no geral não é muito comum ser assim .
Sabem o que é estar a conversar com uma pessoa amiga, sobre um assunto que gostaria ver concretizado, mas não tem sido possível e de repente toca o telefone e é a concretização desse sonho? Ainda dizem que não há coincidências!
Talvez não haja. O que existe de verdade , é o toque de coração do meu Eu Superior, que sabe ; sem este meu desejo realizado, nunca poderei subir para outro degrau, tão importante para mim..
Parece uma conversa de loucos, mas para mim faz todo o sentido.
Creiam que me sinto mesmo muito feliz.
Eu darei notícias.
Também sei que há muitas pessoas que comprendem perfeitamente todas as minhas palavras.
Fiquem bem e tentem pelo menos ser um bocadinho FELIZES!!!
BEIJOS
AP


COM OLHOS DE . . . SENTIR

descobri a poesia

nesse pequeno espaço

onde arrancamos

a pele do tempo

demasiado visível

e onde todos os segundos

parecem querer demorar

e amadurecer dos teus olhos

descobri a poesia no gosto de te ver

descobri a poesia

nos olhos de um cego

que sendo cego

tudo vê

sábado, outubro 21, 2006



INSTANTES

Olho no espelho

e vejo um barco

que navega

entre as estâncias orbitais

lunares mais longínquas.

Tenho estado a observá-lo:

nunca pára e,

quando o faz,

fá-lo num ápice.

Volta ao seu rotineiro navegar

e, incessantemente,

chama, chama, chama...

Já o tentei avisar

que D. Sebastião não navega,

cavalga.

Mas não está ainda,

ao meu alcance.

(laurinda Silva, São João da Madeira)

sexta-feira, outubro 20, 2006



EI , VENHAM ALMOÇAR!! A ERVINHA ESTÁ FRESCA!



E OS DIAS NUNCA SÃO IGUAIS

TEMPESTADE ... DA MINHA VARANDA



ESTAS MOSCAS SÃO MESMO ... BURRAS !

domingo, outubro 15, 2006



SOMOS IRMÃOS DOS PÁSSAROS

(ao Chichorro, que pinta sonhos e memórias em cores roubadas ao sol)

Somos irmãos dos pássaros e do Sol e vivemos na terra com saudades do céu. Por isso, na manhã que nascia, o menino negro olhou, lá muito para o alto, donde os pára - quedistas desciam como anjos livres. E ficou grave, cheio de meditação e silêncio. Duas grandes asas nasciam-lhe nos pensamentos e lutavam com a tristeza de saber-se preso a um chão de terra dura. Dura. Oh, tão dura! E sem possibilidades, mesmo vagas, de se libertar e pairar lá em cima, junto dos pássaros e do Sol.

E todos os Domingos, este drama e este exílio. Era sempre o primeiro a chegar ao grande campo de erva rasteirinha. Ali ficava, sentado, pensando, Ícaro em Portugal mil novecentos e oitenta e oito. Até que, um dia, a ideia lhe veio: brilhante, imensa. Comevedora para quem viu e registou, para não esquecer. Com um saquinho de plástico encontrado nas mãos do vento, um fio de cordel e uma pedrinha, o menino negro fez o seu pára - quedas particular . Claro que ele não cabia lá dentro mas sim, todo inteiro, o seu sonho de espaço e céu livre.Compartilhou a ideia com irmãos e amigos e construiram dezenas de pára - quedas.

Vio-os num domingo: a eles e á sua frágil e espantosa invenção. Eram muitos e quase felizes. Enchiam o espaço com as asas breves da sua energia de plástico sujo. Á sua volta, meninos - de - tudo - quanto - desejam - têm, olhavam admirados e invejosos aquele brinquedo novo. Uma mãezinha saiu do seu carro - último - modelo e tentou um pequeno negócio com o inventor:toma estas moedas, passa para cá o teu sonho. Mas o inventor é que não foi em trocas: ele bem sabia que os sonhos não têm preço nem aquelas noites todas em que não dormiu a pensar na maneira de ser irmão dos anjos e dos pássaros como os homens que se atiravam lá do alto, nas manhãs dos domingos melhores da sua vida.

E a senhora insistia no seu negócio, longe - tão longe! - do caminho das aves e das alegrias de um menino de bairro de lata. Irritada com a negativa, esbracejou em voz azeda : "Compra mais de cem sacos de plástico com este dinheiro e fazes mais brinquedos desses para ti e já o menino não fica a chorar de pena ." Mas, nesta altura da conversa, o inventor já corria livre. Livre e descomprometido.

No carro, protegido do sol quente, o filho da senhora limpava as lágrimas de despeito e alimentava, talvez, a sua ainda impressentida semente primeira de ódio e racismo.

No céu, lá muito em cima, os pára - quedas de plástico eram brancas flores, cogumelos ondulantes, beleza - só - porque - sim.

Sorri-me com esta outra face do tempo em que os homens, mesmo os mais desprotegidos, tendem necessariamente para o alto. E, revestindo o menino descalço de símbolos e mistério, vim para casa e escrevi esta crónica urgente de homenagem ao inventor.

(de Maria Rosa Colaço " Não quero ser grande")



O 5 DE OUTUBRO VISTO PELAS CRIANÇAS



E SE NÃO HOUVESSE REPÚBLICA?

sexta-feira, outubro 13, 2006



UM MIMINHO

E o Gui resolveu presentear-me com outro miminho seu.

Toma, mamã. Sou eu a dar-te uma caixa de bombons e um coração. São para ti, mas podes dar um ao pai.



" A MELHOR CASTA" FRENTE A FRENTE COM A IGREJA

( obra em bronze do escultor Armando Ferreira em homenagem á mulher e ás uvas do Ribatejo)

REFLEXOS DE ÁRVORES NO LAGO DO JARDIM


MALMEQUER, BEM ME QUER, MUITO , POUCO, OU NADA ?

( esta flor foi aqui colocada porque o dono da casa se chamava António Flor da Silva e ele quis que ficasse assim gravado na parede , para sempre)

VIOLETAS AOS MOLHOS ... NO CIMENTO

quarta-feira, outubro 11, 2006



NASCI DA PEDRA - NÃO DA TERRA

(raminho de violeta)



RUA DAS MARGARIDAS


FONTE DA VIDA
( obra em mármore - rosa, do escultor Armando Ferreira)


PORMENOR DE TECTO EM ESTUQUE IMITANDO MADEIRA


Quero agradecer publicamente a Deus e ao Universo, o facto de estar viva, ter a família que tenho, os amigos, os meus dois filhos ( meus maiores tesouros), contemplar a natureza , os animais e tudo o me rodeia. Agradecer também ao meu EU Superior, por estar sempre comigo mesmo nas horas difíceis. OBRIGADO

segunda-feira, outubro 09, 2006



Dias atrás , o meu filho Gui brincava comigo no seu quarto, quando de repente se virou para mim e perguntou :
- Mamã, de que cor ficamos quando vamos para o céu?
Eu fiquei pasmada com a pergunta e embaraçada com a resposta que não saía, pois fui apanhada desprevenida.
Ao fim de alguns segundos, que me pareceram horas, saíu-me a resposta, meio frágil:
- Querido, quando vamos para o céu, ficamos transformados em energia e luz.
- E de que cor é a luz?
-Caramba, tu hoje só me fazes perguntas complicadas, mas digo-te que a luz e a energia são brilhantes, doiradas, brancas. Ele ficou satisfeito com a resposta e eu respirei de alívio.

Continuamos a brincadeira e eis que surge outra pergunta:
-Ó mamã, existe um Deus bom e um Deus mau? Desta vez eu fiquei quase em pânico, porque eu não esperava este tipo de perguntas vindas duma criança que tinha completado 6 anos á pouquíssimo tempo e eu não consegui responder de imediato. Então ele insistiu, porque queria uma resposta.
Pensei, pensei e tinha que lhe dar uma resposta.
Não! Só há um Deus bom!
- Então quem é que fez os maus e os ladrões ?

Fiquei sem palavras, não consegui responder, disfarcei o embaraço desviando a conversa com outras brincadeiras. Vendo que ele não tinha ficado satisfeito , acrescentei:
- Meu querido, existem pessoas boas e outras menos boas, mas Deus é sempre bom e nosso amigo, sempre! Ele continuou a disparar perguntas ( sinceramente não sei o que se passava nesta cabecinha ) - E no céu há brinquedos? Respondi que não.
- Ó mamã, ainda bem que não morreste, para eu brincar contigo ,com os meus brinquedos, porque eu te escolhi para seres a minha mamã e o pai para ser meu papá, para serem a minha família.

Amigos, eu não aguentei mais e desatei a chorar. Ele pediu para eu não chorar mais e eu disse-lhe que não estava triste, mas muito contente com ele.

( esta foi uma situação bem real que eu jamais irei esquecer. Ainda não percebi o porquê destas perguntas tão estranhas vindas de uma criança tão pequena. Acho que não estou nada preparada para outra situação do género. Eu queria partilhar esta situação convosco e saber a vossa opinião).

domingo, outubro 08, 2006

" O PRIMEIRO ENTRE OS PRIMEIROS"

( escultura em bronze do artista Armando Ferreira)



PARADÃO - ALBUFEIRA DOS PATUDOS


AZULEJOS / MANDALA 3


BATERAM-ME ... E NUNCA MAIS FUI A MESMA



SINTO-ME TÃO SÓ ...












HORA DO PEQUENO ALMOÇO

( albufeira dos patudos)

sábado, outubro 07, 2006

PEQUENITA LINDA LINDA
BORBOLETA PEQUENINA
Parece mentira , mas é verdade. Após a borboleta adulta fazer a sua 2ª visita á minha varanda, eis que logo de seguida, surge esta pequena maravilha, que decidiu poisar na minha planta phisális, que dá umas bagas deliciosas. È caso para se aplicar :
NÃO CORRA ATRÁS DAS BORBOLETAS
CUIDE DO SEU JARDIM
E ELAS VIRÃO ATÉ VOCÊ.

QUE ALEGRIA - ELA VOLTOU!!
 
A minha amiga borboleta voltou, tenho a certeza que é ela mesmo! Gostou da minha varanda e mais uma vez me deixou fotografá-la, apesar de não parar de bater as asas e sempre a voar.
O meu coração batia tão forte que quase parecia que ia saltar pela boca, de tão contente que eu estava. Para lhe agradecer a visita, escrevi de seguida:
 
LINDA BORBOLETA

Se eu fosse borboleta
Não via a chuva cair,
Eu seria o sol doirado
Nos teus lábios a sorrir.
 
Se eu fosse borboleta
No teu jardim ia poisar,
Minhas asas transparentes
Como duas flores a voar.
 
Se eu fosse borboleta
Dava um beijo em cada flor,
Dançaria nos teus olhos
Em mil afagos de amor.