segunda-feira, abril 14, 2008


ÍNDIGOS, AS CRIANÇAS DA MUDANÇA

À insensibilidade e desonestidade aplicam tolerância zero. Não usam códigos politicamente correctos e revelam factores de intuição incomuns.
São inconformistas em relação aos sistemas instituídos, hiperactivas, irrequietas, sem medo. Não aceitam um não como explicação e não reconhecem a imposição da autoridade absoluta de pais ou professores. Estas são as novas gerações de crianças nascidas a partir dos anos 80, que vão mesmo mudar o mundo.

Em Portugal pouco, ou nada, se tem ouvido falar nestes jovens que hoje enchem as famílias e a escola. E se há uns tempos era vulgar falar-se de sobredotados, eles não deixavam de ser encarados como uma excepção a regra! Hoje, porem, são mais que as mães! As gerações de Índigos constituem a regra, se se tiver em conta que a partir de 1980 cerca de 90% das crianças apresentam um novo e invulgar conjunto de atributos psicológicos que se traduzem num padrão comportamental irreverente, com factores que, para além de incomuns, são únicos, tomando-se urgente que os educadores que interagem com elas mudem as suas técnicas de tratamento e orientação para que consigam estabelecer o equilíbrio.

Podemos encontrar em qualquer dicionário o significado de Indigo: “Uma das cores do espectro solar”, entre outros possíveis. Neste caso, “o termo Indigo refere-se ao estado de alma, que num humano típico muda de dia para dia, dependendo da disposição e do interesse”.
Nos muitos sites a que se pode aceder na Internet sobre o tema, esta designação é de natureza espiritual. Segundo Teresa Guerra, ligada a investigação de questões sobre educação, professora durante 22 anos quadro do Ministério da Educação, e presentemente a preparar o lançamento, para breve, da primeira obra em Portugal sobre o tema,”a nível global, existe neste momento uma maior e mais intensa vibração do planeta. Isso todos nós sentimos! Com mais ou menos sensibilidade a nível espiritual! Essa característica está a influenciar os seres humanos. Portanto, estas crianças têm também uma maior sensibilidade e grande percepção. Apercebem-se, por exemplo, imediatamente da mentira. E confrontam os adultos com essas situações. Neste momento, nas escolas há grandes problemas, sobretudo no nosso país, essencialmente porque esses aspectos ainda não foram considerados! Nem ao de leve! Estas crianças estão, muitas vezes, a ser tratadas com medicamentos. Isto é grave!”

Do site: casa índigo

As nossas escolas estão em mudança e os alunos estão incluídos. Porque não dar-mos atenção a estes novos factores de mudança nas crianças? Porque surgem determinados comportamentos?Leiam sobre o assunto e meditem se é ou não verdade toda a mudança que está a acontecer e que os adultos não sabem como lidar. Os padrões comportamentais mudaram; então temos de nos ajustar a esta nova realidade, e quem sai a ganhar somos nós e os nossos filhos e os amigos dos nossos filhos, e por aí adiante.

Para reflectir.
Fiquem bem
Ana Paula

3 comentários:

bettips disse...

Ah...quem me dera acreditar...!
Penso que cada um deve fazer (tentar) o melhor pelos filhos, pelos que nos rodeiam. Multiplicar X Multiplicar. Até a onda enorme de viventes e mártires - L.King tinha afinal um sonho tão simples... - se tornar numa força imparável.
Boa sorte para os exames e beijinhos.

Mádá disse...

Vim retribuir a agradável visita... deixo um beijinho grande, com toda a minha Amizade.
Madalena

O Profeta disse...

Um belissimo texto para mandar à ministra...


Doce beijo